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	<title>Transporta Consultoria</title>
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		<title>Em cada dez lares de JF, quatro têm carros</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:40:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O número de famílias que têm automóvel para uso particular em Juiz de Fora aumentou quase 50% em dez anos. Isso quer dizer que, enquanto 49.250 domicílios tinham pelo menos um carro no ano 2000, em 2010, o quantitativo saltou para 73.582. Como a cidade tem cerca de 170 mil residências, isso significa que, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de famílias que têm automóvel para uso particular em Juiz de Fora aumentou quase 50% em dez anos. Isso quer dizer que, enquanto 49.250 domicílios tinham pelo menos um carro no ano 2000, em 2010, o quantitativo saltou para 73.582. Como a cidade tem cerca de 170 mil residências, isso significa que, em cada dez casas, quatro têm automóvel. Os dados foram obtidos a partir da comparação dos resultados da amostra dos últimos dois censos demográficos do IBGE e representam uma das razões para o acréscimo de veículos nas ruas. Se for levado em conta o total de carros pessoais e a quantidade de veículos usada para prestação de serviços, os números tornam-se mais preocupantes. Segundo levantamento atualizado este ano pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o município tem frota de 194.368 veículos, sendo mais de 130 mil carros.</p>
<p>Com quase metade das casas contando com automóvel, o que mudou também em dez anos foi o perfil do juiz-forano. A população não só tem mais carros, como usa mais os particulares. Sem opção de transporte público de qualidade e baixo custo que atenda a toda a cidade, e com a necessidade de embarcar em mais de um ônibus para cruzar algumas regiões, as famílias das classes média e alta também têm optado por ter mais de um carro. O resultado são as retenções frequentes, a falta de vagas de estacionamento e o aumento da busca por garagens. Problemas de difícil solução, conforme especialistas.</p>
<p>Segundo o subsecretário de Mobilidade Urbana da Settra, Carlos Eduardo Meurer, por ser uma cidade que polariza serviços na região, Juiz de Fora ainda recebe cerca de 50 mil veículos de outros municípios por dia. &#8220;O crescimento do sistema viário é mais lento do que o da frota. A realidade é que a cidade não se preparou para esse aumento tanto em relação às vias públicas quanto nos estabelecimentos privados. Um exemplo são os edifícios que não possuem garagem.&#8221;</p>
<p>Meurer acredita que, para reverter o quadro atual, evitar a piora do trânsito e melhorar a qualidade de vida da população, é preciso uma série de investimentos em mobilidade urbana. &#8220;Mas os municípios não conseguem mudar as coisas sozinhos, é preciso incentivo dos governos estadual e federal.&#8221;</p>
<p><strong>Política incorreta</strong></p>
<p>No entanto, com a atual política que estimula a compra de automóveis, o professor do Departamento de Transportes da UFJF José Alberto Castañon acha difícil haver mudança de postura por parte da população. &#8220;A cultura do automóvel pode ser revertida, mas é preciso haver opção, que seria oferecer transporte público eficiente e de qualidade, passeios largos e seguros, além de ciclovias que liguem algumas regiões da cidade. Mas a política atual de financiamento de veículos vai contra o ideal de mobilidade urbana.&#8221;</p>
<p>Meurer concorda, mas destaca que a iniciativa do Governo federal ao sancionar a lei de mobilidade urbana foi positiva. A nova lei, que entrou em vigor este ano, exige que os municípios com população acima de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade urbana. As cidades têm prazo de três anos para concluí-los.</p>
<p>Os especialistas são unânimes em afirmar que o transporte coletivo e os modais não motorizados devem ser priorizados. No entanto, Meurer justifica que uma das dificuldades encontradas está na implementação do transporte troncalizado. &#8220;Com o projeto parado há anos no Tribunal de Contas do Estado (TCE), não podemos fazer os estudos necessários e modificar o sistema atual, que está ultrapassado.&#8221;</p>
<p>Mas Castañon pondera que outras iniciativas já poderiam ter sido desenvolvidas enquanto isso não ocorre. &#8220;A cidade não tem nenhuma ciclovia que permita o deslocamento urbano com segurança.&#8221; Meurer destaca que há projeto para implantação na Zona Norte, cuja licitação deve ser iniciada após o período eleitoral, e há possibilidade de estudo de viabilidade para que o mesmo ocorra na Cidade Alta.</p>
<p><strong>Famílias com mais de um carro na garagem</strong></p>
<p>Na casa da professora de educação física Juliana Miranda, 28 anos, vivem cinco pessoas, e existem três carros. &#8220;Minha mãe só não tem porque não dirige&#8221;, adianta. Segundo ela, há mais de cinco anos a família conta com os três veículos.<br />
&#8220;Antes eram dois, e eu dividia o carro com meu irmão. Mas ficou difícil compartilhar e combinar os horários. Era uma confusão. Hoje em dia, cada um tendo o seu, é bem mais fácil.&#8221; Segundo Juliana, a facilidade de comprar automóveis atualmente foi um dos fatores decisivos para a opção da família.<br />
Na residência do farmacêutico e bioquímico Ronald Cataldi, 55, também existem três carros, mas para quatro pessoas. </p>
<p>Apenas uma filha, que não possui habilitação, não tem automóvel. &#8220;Sabemos que o ideal seria ter menos veículos, sairmos e voltarmos juntos. Se todos fizessem isso, representaria redução do número de carros nas ruas e de despesa. No entanto, com todo mundo trabalhando, os filhos estudando em locais diferentes e distantes, fica difícil. Quando saio de casa à tarde para resolver alguma coisa no Centro, vou a pé, mas para trabalhar não dá. De onde moro até o trabalho, precisaria de dois ônibus, o que complica. A verdade é que não temos tanto tempo, e o carro acaba oferecendo mais conforto.&#8221;</p>
<p>Como a cidade não está preparada para receber um incremento tão grande de veículos, a população acaba tendo que mudar hábitos e se planejar melhor para evitar as retenções diárias. &#8220;A gente procura sair mais cedo de casa e usar as vias alternativas, porque é nítido que hoje gastamos mais tempo no deslocamento do que há alguns anos. E o que vemos é muita gente sozinha dentro dos carros&#8221;, reforça Ronald. De acordo com o professor do Departamento de Transportes da UFJF José Alberto Castañon, isso ocorre porque Juiz de Fora não oferece muitas alternativas de mobilidade.</p>
<p>&#8220;Não temos engarrafamentos como nos grandes centros, e sim retenções. O problema é que essas retenções já ocorrem em diversos pontos, e isso é algo que não estávamos acostumados&#8221;, explica Castañon. Como o número de veículos só aumenta, em breve, o especialista acredita que &#8220;será preciso tomar providências drásticas, porque o problema não será resolvido com viadutos e trincheiras&#8221;.</p>
<p><strong>Rotas mais saturadas</strong></p>
<p>Se há aproximadamente dez anos algumas vias serviam como alternativas, atualmente as rotas de fuga dos principais corredores de trânsito estão saturadas. As ruas Vicente Beghelli e Monsenhor Gustavo Freire, usadas como ligação entre os bairros São Mateus e Dom Bosco e a UFJF, para que os condutores escapem da Avenida Itamar Franco, já sofrem retenções em horários de pico.</p>
<p>As ruas Fernando Lobo e Redentor, utilizadas como opção para ligar a Rio Branco à Olegário, também funcionam acima do limite nos momentos de rush. Apesar de estreita e íngreme, a Rua Vitor Spagnollo, que permite o acesso da Dom Silvério, no Alto dos Passos, ao Estrela Sul, recebe cada vez mais veículos.<br />
Inaugurada em 2008 para desafogar o tráfego na avenida Itamar Franco, a Conexão Sul, que liga os bairros Bom Pastor e Granbery ao Poço Rico, também tem momentos de saturação e, apesar das melhorias que representa, não provocou tanto impacto. As avenidas citadas, assim como a Francisco Bernardino e a Getúlio Vargas, que já tinham fluxo intenso, agora têm quantidade ainda maior de carros.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>Serrra de Petrópolis será fechada para passagem de carretas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:01:52 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A subida da Serra de Petrópolis ficará fechada na madrugada desta quinta-feira (10), entre os kms 80 (Petrópolis) e 104 (Duque de Caxias) para a subida de sete carretas de grande porte. De acordo com a Concer, concessionária que administra a rodovia entre Juiz de Fora e Rio de Janeiro, a reversão de pista terá início às 23h desta quarta-feira (9), causando interdição total e temporária do trecho. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai coordenar a operação e poderá adiar o trabalho caso haja mau tempo. A Concer disponibiliza o telefone 0800-282-0040 para atender os usuários.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>Seminário discute projetos urbanos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:00:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Incentivar a discussão de projetos urbanos e promover a capacitação dos participantes por meio de debates são os objetivos do seminário &#8220;Espaços livres públicos em Juiz de Fora: realidade ou ficção?&#8221;, que acontece até amanhã na UFJF. O evento é realizado por grupos de pesquisa do curso de Arquitetura e Urbanismo, e a programação, que foi aberta ontem, inclui mesas-redondas, palestras, apresentação de projetos e exibição de filmes. As atividades acontecem no galpão da curso, no Campus da UFJF, e têm inscrições gratuitas. A programação completa pode ser consultada no site get-arquiteturaufjf.blogspot.com.br.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>Sobrecarga em vias do São Pedro/JF</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 15:41:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Construção de binário é apontada como alternativa, embora não haja estudo que comprove sua eficácia
Os corredores de trânsito da Cidade Alta dão sinais de esgotamento, o que se mostra como consequência do crescimento acentuado da região e também da ampliação da UFJF. De acordo com dados do IBGE, a população da área aumentou 32% na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Construção de binário é apontada como alternativa, embora não haja estudo que comprove sua eficácia</em></p>
<p>Os corredores de trânsito da Cidade Alta dão sinais de esgotamento, o que se mostra como consequência do crescimento acentuado da região e também da ampliação da UFJF. De acordo com dados do IBGE, a população da área aumentou 32% na última década, e os reflexos são sentidos diariamente no tráfego. Em abril, a Tribuna mostrou a sobrecarga no anel viário da universidade, utilizado como passagem pela população que quer cruzar a Zona Sul e chegar na região do São Pedro. </p>
<p>O jornal retornou ao bairro, onde encontrou vias que não suportam mais o pesado fluxo de veículos. A reportagem esteve na Rua José Lourenço Kelmer e na Avenida Presidente Costa e Silva em vários horários. Embora a situação seja preocupante durante todo o dia, nos momentos considerados de pico, como 8h, meio-dia e 17h, os problemas se agravam. Em ambas as vias, carros estacionam dos dois lados, estreitando as pistas e contribuindo para o aumento das retenções. Na Presidente Costa e Silva, os pedestres precisam desviar dos veículos, parados inclusive nas calçadas.</p>
<p>De acordo com moradores e comerciantes, na José Lourenço Kelmer, em dias mais tumultuados, condutores demoram cerca de 30 minutos para percorrer um trecho de aproximadamente 500 metros, entre o Pórtico Norte da UFJF e a rotatória que dá acesso à Rua Pedro Henrique Krambeck (paralela ao córrego). Quando o movimento é menor, a vizinhança teme pela alta velocidade dos veículos.</p>
<p>A dona de casa Silvana da Graça de Paula, 40 anos, diz que fica até cinco minutos esperando uma oportunidade para atravessar. &#8220;É muito difícil porque, quando existe a possibilidade, os carros circulam em alta velocidade. Acho que faltam semáforos na rua.&#8221; O aposentado Jorge Vieira, 61, também morador da região, diz que os transtornos seriam amenizados com quebra-molas, que hoje são poucos. &#8220;Pior que, onde tem o dispositivo, não colocaram faixas de pedestres. Isso acontece, por exemplo, em frente ao supermercado, que foi inaugurado recentemente e aumentou, e muito, o fluxo de pessoas.&#8221;</p>
<p>Na reportagem publicada pela Tribuna em abril, o pró-reitor de Infraestrutura da UFJF, Paschoal Roberto Tonelli, apontou como alternativa a construção de um binário no bairro, com o objetivo de evitar os congestionamentos, não apenas no campus, como também em ruas próximas. A sugestão, que ainda seria apresentada à Settra, é de transformar a Avenida Presidente Costa e Silva e a Rua José Lourenço Kelmer em mão única em direção ao Centro. A Avenida Pedro Henrique Krambeck seria responsável por receber os veículos que percorrem o sentido inverso. A mão única nesta via, inclusive, já está implantada desde o dia 15 de março, mas o objetivo da intervenção é aumentar a segurança de pedestres durante as obras de construção da BR-440 naquele trecho.</p>
<p>De acordo com a assessoria de comunicação da Settra, ainda não foi recebida sugestão para resolver a situação do Bairro São Pedro. No entanto, a pasta garante estar aberta a discutir qualquer proposta que aponte melhorias para o trânsito da região. Hoje a única concepção existente para a área do Pórtico Norte é a ampliação das atuais duas pistas da Rua José Lourenço Kelmer para quatro no trecho entre as ruas Virgulino João da Silva e Aristóteles Braga. A Settra apresentou o projeto à universidade, já que parte do terreno do campus precisaria ser cedido, no entanto não houve avanço nas negociações.</p>
<p><strong>Sugestão polêmica</strong></p>
<p>Moradores e comerciantes, embora concordem que o trânsito tenha atingido seu limite, não acreditam que o binário seja a melhor solução. &#8220;Atrapalharia o comércio. Donos de padarias e açougues seriam prejudicados. Eles correm o risco de perder grande parte de seus clientes&#8221;, afirma o serralheiro Adelson Pezarini, 65. Já a estudante Marina Figueiredo, 19, preocupa-se com a possível mudança no itinerário dos ônibus. &#8220;Teria que andar mais para chegar em casa.&#8221;</p>
<p>Para o professor da UFJF Cézar Henrique Barra, especialista em transporte, o binário pode resolver o problema durante certo período, mas não é o ideal. &#8220;Não há solução para o transporte individual. O trânsito na cidade caminha para o caos, porque a frota aumenta cada vez mais. É preciso incentivar o uso do transporte coletivo.&#8221; Ele cita o constante crescimento da região, com construções de grandes condomínios populares e a implantação da BR-440, como problemático. &#8220;Além de aumentar o fluxo de automóveis e demandar mais ônibus, no futuro, pode haver um movimento grande de veículos pesados em nossas ruas. A situação vai piorar.&#8221;</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA MOBILDIADE URBANA (SIMOB)</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 15:47:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tabela atualizada revela variação das tarifas dos ônibus das maiores cidades brasileiras entre janeiro e abril de 2012
O Sistema de Informação da Mobilidade Urbana (SiMob), no Portal da ANTP, atualizou para abril de 2012 os valores das tarifas de ônibus urbanos em capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. Está a disposição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tabela atualizada revela variação das tarifas dos ônibus das maiores cidades brasileiras entre janeiro e abril de 2012</em></p>
<p>O Sistema de Informação da Mobilidade Urbana (SiMob), no Portal da ANTP, atualizou para abril de 2012 os valores das tarifas de ônibus urbanos em capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. Está a disposição do público uma série histórica de valores das tarifas de ônibus urbanos no mesmo conjunto de cidades, entre junho de 2005 e abril de 2012. Os levantamentos entre junho de 2005 e setembro de 2007 foram feitos a intervalos maiores e a partir de 2008 ganharam caráter trimestral, o que facilita o trabalho dos estudiosos do setor. </p>
<p>O Portal da ANTP mantém à disposição do público, via Internet, um conjunto de documentos do Sistema de Informação da Mobilidade Urbana. Um desses documentos é o Relatório Geral 2010, com dados atualizados até aquele ano sobre 438 cidades brasileiras com mais de 60 mil habitantes, onde estão 2/3 da frota nacional de veículos. Estão também disponíveis outros dois documentos: o Relatório Comparativo 2003/2010 e o 2006 – English Sumary Report. </p>
<p>O Sistema de Informação da Mobilidade Urbana agrega mais de 150 dados básicos, obtidos por meio de questionário enviado pela ANTP e preenchidos pelos responsáveis do transporte e transito municipais e metropolitanos. Os dados compreendem o transporte por ônibus (municipal e metropolitano), sistemas metroferroviários, trânsito e mobilidade urbana.</p>
<p>A tabela com as tarifas de janeiro de 2012  e série histórica de valores das tarifas de ônibus podem ser acessadas no site: http://portal1.antp.net/site/simob/Lists/trfs/tarifas.aspx </p>
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		<title>Cadeirantes reclamam de táxis adaptados em JF</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:30:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A dificuldade para conseguir carros e a recusa de atendimento por parte de alguns taxistas são as principais reclamações dos portadores de necessidades especiais que utilizam o serviço de táxis adaptados na cidade. Desde 2010, cinco veículos especiais, localizados em pontos centrais de Juiz de Fora, estão em circulação para atender preferencialmente este público. Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A dificuldade para conseguir carros e a recusa de atendimento por parte de alguns taxistas são as principais reclamações dos portadores de necessidades especiais que utilizam o serviço de táxis adaptados na cidade. Desde 2010, cinco veículos especiais, localizados em pontos centrais de Juiz de Fora, estão em circulação para atender preferencialmente este público. Mas, segundo os usuários, o serviço ainda deixa muito a desejar.</p>
<p>O professor universitário Franco Gróia, 38 anos, conta que nunca conseguiu atendimento através dos tele táxis. &#8220;É praticamente impossível encontrar um carro adaptado via rádio.&#8221; Nos pontos, ele diz que também teve dificuldades para utilizar o serviço. &#8220;Da última vez em que tentei, desisti e voltei para casa de ônibus. Estava voltando de viagem e encontrei um carro disponível na rodoviária. Depois que entrei no veículo, aconteceu uma pane elétrica e tudo travou. Fiquei cerca de 30 minutos preso e percebi um despreparo do motorista sobre como agir diante daquela situação. Na ocasião, estava presente um fiscal da Settra que multou o veículo.&#8221;</p>
<p>Para o aposentado Wellington Lima Mendes Cavalcante, 59 anos, é necessário investir mais na capacitação dos taxistas que atendem os cadeirantes. &#8220;Não podemos generalizar, mas alguns ainda não sabem operar o veículo adaptado e transmitem insegurança ao passageiro. Quando fui levar minha mãe ao hospital, o motorista não conseguia dobrar o banco para colocar a cadeira&#8221;, relata.</p>
<p>Funcionária do Núcleo de Atenção Especial à Pessoa com Deficiência (NAEPD), Maria Ângela Vasconcellos Fróes, 50 anos, diminuiu a frequência que usava o serviço pelas dificuldades que diz encontrar. &#8220;Quando é possível, substituo o táxi pelo ônibus, pois as complicações são tantas que desmotivam.&#8221; Segundo ela, mesmo agendando a corrida, os problemas acontecem. &#8220;Já fiz o agendamento para um batizado em que meu noivo seria padrinho, e na hora o carro não apareceu. Em outra situação, o taxista se negou a nos buscar no Bairro Nova Era. Nós propusemos pagar o dobro, e aí ele aceitou. Paguei contra a minha vontade, pois já era domingo, valendo a bandeira 2.&#8221;</p>
<p>De acordo com a secretária do Conselho Municipal das Pessoas Portadoras de Deficiência (CMPD), Valéria Andrade, o fato do serviço adaptado ser preferencial, e não exclusivo, acentua os problemas para os usuários. &#8220;Há taxistas que preferem levar passageiros que não são cadeirantes, com isso, a capacidade de atendimento diminui.&#8221; Ela informa que no dia 15 de maio será realizada uma reunião da CMPD, Secretaria de Transporte e Trânsito (Settra), representantes dos taxistas e do NAEPD para discutir melhorias no serviço.</p>
<p>O presidente da Associação dos Taxistas, Luiz Gonzaga Nunes, afirma que a entidade também tem recebido muitas reclamações sobre o serviço dos táxis adaptados. &#8220;Ouvimos queixas sobre motoristas que negam atendimento, isso está errado. A Associação apoia negar corrida apenas nos casos em que o motorista desconfie do passageiro.&#8221; Ele destaca que os veículos que não são adaptados, mas que por serem maiores comportam a cadeira de rodas, também têm levado cadeirantes.</p>
<p><strong>Mais cinco carros</strong></p>
<p>A Settra informou que, até o final de maio, a cidade deve ganhar cinco novos veículos adaptados. &#8220;Acreditamos que a ampliação do serviço ajudará a minimizar os problemas enfrentados pelos portadores de necessidades especiais&#8221;, afirma a subsecretária Operacional de Transporte e Trânsito, Roberta Ruhena Vieira. Ela destaca que a formalização das queixas também é uma forma de contribuir para melhorias.&#8221; Até hoje, só registramos cinco reclamações. Temos dificuldades em fiscalizar o serviço, por isso, contamos com os usuários para nos dar este retorno.&#8221;</p>
<p>Segundo Roberta, apesar do baixo número de registros, a Settra está ciente dos problemas. &#8220;Entendemos que é um serviço novo, que precisa de adequações para que seja viável ao taxista e eficaz aos passageiros.&#8221; As reclamações podem ser feitas através do Serviço de Orientação ao Usuário (SOU &#8211; 3690-8212) e do Procon Fone (3690-7610 e 3690-761).</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>Em JF, 25% ainda não quitaram o IPVA</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uma frota tributável com cerca de 160 mil veículos, mais de 40 mil proprietários em Juiz de Fora (25%) ainda não quitaram nenhuma das parcelas do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Mais de 100 mil (66%) estão em dia com o tributo, enquanto a omissão parcial &#8211; apenas uma das parcelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uma frota tributável com cerca de 160 mil veículos, mais de 40 mil proprietários em Juiz de Fora (25%) ainda não quitaram nenhuma das parcelas do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Mais de 100 mil (66%) estão em dia com o tributo, enquanto a omissão parcial &#8211; apenas uma das parcelas pagas &#8211; corresponde a mais de 13 mil (9%). Os dados foram divulgados ontem pela Superintendência Regional da Fazenda em Juiz de Fora (SRF/JF) e referem-se à arrecadação feita até o mês de março. Mesmo com a inadimplência de um quarto da frota tributável, o valor arrecadado (mais de R$ 70 milhões) equivale a 80% do total esperado pelo órgão (cerca de R$ 90 milhões).</p>
<p>Para o coordenador regional da SRF/JF, José Márcio Gomes Bessa, a arrecadação está dentro do que era esperado. &#8220;Está na margem de percentual dos anos anteriores, quando a arrecadação variou entre 75% e 85% do valor estimado. Desde o início do ano fazemos um trabalho de conscientização e motivação para o pagamento e é após o encerramento do prazo, em março, que começam os trabalhos de cobrança. Esperamos chegar a 95% deste montante até o final do ano.&#8221; Os prazos para pagamento são: maio para veículos com finais de placa 1 e 2, junho para 3 e 4, julho para 5, 6 e 7, e agosto para 8, 9 e 0.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>Arrecadação de IPVA cresce 5% em Minas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo mineiro arrecadou R$ 2,15 bilhões à título do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), aumento de 15% na comparação com o mesmo período de 2011. O volume refere-se aos pagamentos efetivados até 31 de março. O balanço foi apresentado ontem pelo secretário da Receita Estadual, Gilberto Silva Ramos.
Segundo a superintendente da Secretaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo mineiro arrecadou R$ 2,15 bilhões à título do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), aumento de 15% na comparação com o mesmo período de 2011. O volume refere-se aos pagamentos efetivados até 31 de março. O balanço foi apresentado ontem pelo secretário da Receita Estadual, Gilberto Silva Ramos.</p>
<p>Segundo a superintendente da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), Maria do Carmo Silveira Nascimento, 76% do valor emitido para o IPVA 2012 foi quitado, e 34% dos contribuintes mineiros pagaram o imposto em cota única. No total, foram recebidos nove recursos questionando os valores praticados, com cinco deferimentos. Ramos espera que o recolhimento chegue a 95% até o final do ano.</p>
<p>A Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos (TRLAV), no valor de R$ 66,38 para todos os veículos, venceu no dia 2 de abril e 53% do total emitido foi recebido, representando R$ 256 milhões. Os pagamentos de IPVA, TRLAV, seguro obrigatório e eventuais multas de trânsito são essenciais para que o contribuinte receba o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) 2012.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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		<title>II Expo Mobilidade Urbana está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 15:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 8 e 10 de maio acontece o 2º Seminário Nacional/ II Expo Mobilidade Urbana, em São Paulo. O encontro é destinado ao debate dos principais aspectos relacionados à mobilidade urbana, entendida como fator essencial para a promoção do desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras.
O debate pretende destacar os objetivos propostos pela ONU para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 8 e 10 de maio acontece o 2º Seminário Nacional/ II Expo Mobilidade Urbana, em São Paulo. O encontro é destinado ao debate dos principais aspectos relacionados à mobilidade urbana, entendida como fator essencial para a promoção do desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras.</p>
<p>O debate pretende destacar os objetivos propostos pela ONU para a “Década de Ação para a Segurança de Trânsito”, que completa um ano durante a realização do evento, destacando os compromissos e resultados obtidos em decorrência dos compromissos firmados pelo Governo brasileiro e pelas entidades da sociedade civil.</p>
<p>Além disso, serão trabalhados os temas: Mobilidade como vetor do desenvolvimento urbano sustentável; Financiamento e expansão dos sistemas estruturais de metrôs, trens e BRTs e a constituição de redes integradas; Melhoria da qualidade dos serviços e do atendimento aos seus usuários; Tecnologia para a melhoria do planejamento, gestão, operação da mobilidade urbana; Mobilidade urbana e o meio ambiente – matriz energética, clima e poluição; Redução de tarifas e de custos do transporte público para a inclusão social; Incremento da segurança viária e redução dos acidentes de trânsito e Acessibilidade, melhoria das condições para o uso de bicicletas e para a circulação de pedestres.</p>
<p>O evento é voltado para prefeitos, secretários municipais e de estado, autoridades federais e parlamentares, operadores públicos e privados, industriais, consultores e técnicos do setor, dirigentes sindicais patronais e de trabalhadores, acadêmicos, lideranças comunitárias, profissionais de mídia e interessados nos temas que serão tratados. O principal objetivo é estimular as organizações de transporte e trânsito a adotarem modelos de gestão orientados para a excelência do desempenho e, em consequência, melhorarem a qualidade de seus serviços de forma contínua e sustentada.</p>
<p>Os interessados deverão se inscrever através da secretaria executiva do evento (Rua dos Caetés, 140– CEP: 05016-080 – São Paulo/SP) pelo telefone (11)3865-5354/3873-1822/Fax:3864-4673 ou pelos endereços eletrônicos: secretaria@malulosso.com.br/ www.malulosso.com.br. O prazo da pré-inscrição, que dá direito a descontos, vai até o dia 20 de abril.</p>
<p>Outras informações: http://portal1.antp.net/site/Eventos/FichaTec.aspx?AspXPage=g_A52ED902F0304A4D8A46F5031C98B3EB:%2540Title%3DIISMNMURB120508</p>
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		<title>Última parcela do IPVA vence nesta sexta-feira</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem optou pelo parcelamento do IPVA 2012, termina nesta sexta-feira (30), em Minas Gerais, a escala de pagamento da última parcela do imposto. O atraso no recolhimento incide em multa de 0,3% por dia ou 20% a partir do trigésimo primeiro dia, mais juros de mora (taxa Selic).
O pagamento pode ser feito em qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem optou pelo parcelamento do IPVA 2012, termina nesta sexta-feira (30), em Minas Gerais, a escala de pagamento da última parcela do imposto. O atraso no recolhimento incide em multa de 0,3% por dia ou 20% a partir do trigésimo primeiro dia, mais juros de mora (taxa Selic).</p>
<p>O pagamento pode ser feito em qualquer agência ou terminal de auto-atendimento da rede bancária credenciada (Banco do Brasil, Bancoob, Bradesco, Itaú, Mercantil do Brasil, HSBC e Caixa Econômica Federal) ou através do sistema online dos bancos. O contribuinte pode realizar a consulta dos valores no site da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) www.fazenda.mg.gov.br ou pelo telefone 155 do Ligminas. Já a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos Automotores (TRLAV), no valor de R$ 66,38, vence na próxima segunda-feira, dia 2 de abril.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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